Dr. Jarl sabia que há muito a humanidade procurava estas respostas. Diante delas, perplexo, meditou. Já estava vivendo a influência de seu amigo tibetano.

Amigo do sueco Henry Kjelsson, dr. Jarl não pode ajudar seu tal amigo tibeno que padecia e a pedido de um mensageiro, Kjelsson foi ao encontro do Lama no Tibet.

Em um de seus relatos, com suas percepções de projetista, o sueco explica:

“No meio do local estava uma base de pedra polida com uma pequena cavidade no centro. Ela tinha o diâmetro de um metro e uma profundidade de 15 centímetros. Um bloco de pedra era manobrado para a cavidade. Então, 19 instrumentos musicais eram disposto em um arco com 90 graus a uma distância de 63 metros da base ao centro. Os instrumentos consistiam de 13 tambores e seis trompetes (Ragdons). Oito tambores tinham uma seção de um metro e um comprimento entre um e 1,5 metro. O único tambor pequeno tinha uma seção de 0,2 metros e comprimento de 0,3 metros. Todos os trompetes tinham o mesmo tamanho, 3,12 metros e uma abertura de 0,3 metros.

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Os tambores grandes eram feito de folhas de ferro de 3 mm, e tinham um peso de 150 Kg. Todos tinham um lado aberto, enquanto o outro tinha um fundo de metal, que os monges batiam com grandes bastões com couro. [Enquanto batiam nos tambores e tocavam os trompetes], todos os monges estavam cantando e entoando um cântico, lentamente aumentando o tempo deste barulho ensurdecedor.

Pelos primeiros quatro minutos nada aconteceu, mas enquanto a velocidade dos tambores aumentou, a grande pedra começou a se mexer e subitamente ergueu-se no ar com uma velocidade crescente na direção da plataforma em frente do buraco da caverna a 250 metros de altura. Continuamente eles traziam novos blocos, e usando este método, transportaram 5 a 6 blocos por hora em um vôo parabólico de aproximadamente 500 metros de distância. De vez em quando o bloco em vôo se quebrava, e os monges retiravam as pedras quebradas. Uma tarefa inacreditável”.

Dr. Jarl queria mesmo saber como explicar todos os hieroglifos que sua viagem ao Egito fez perceber. O mundo já não era o mesmo e a engenharia mudara a partir daquele estudo. Mas ainda a tradução, a transmissão da sua percepção presa na limitação de sua pouca idade.

A conclusão, anos depois, é que a mudança seria feita ao som de tambores e trompetes, diferente dos tantos revolucionários que fizeram muito, mas não fizeram a mudança e os imóveis continuam no mesmo lugar, os móveis também.

Fontes: www.sedentario.org e Arthur Soares.

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